sábado, 24 de março de 2018

Cada macaco no seu galho e todos os galhos numa só árvore: falando sobre parcerias...

As aulas dos pequenos começaram há pouco mais de um mês e, nas últimas duas semanas, foi tempo de ter o feedback da escola sobre o processo diagnóstico realizado até então.
 
Ao longo deste tempo, Leti e Mateus puderam ser observados pelas respectivas professoras e eu tive a oportunidade de participar de uma reunião geral com a professora regente e a coordenação da turma de cada, de outra com os professores especialistas (arte/música/teatro/biblioteca/produção de textos/inglês) de ambos, como também de reuniões individuais, para tratar de pontos específicos de cada um deles.
 
Embora Mateus e Leti estejam numa fase similar, preliminar à etapa de alfabetização, o foco e a preocupação em relação a cada um deles é diferente.
 
Confesso que estava um pouco angustiada em relação ao processo de Mateus frente à alfabetização. Vinha notando sua pequeníssima consciência fonológica, que atrapalhava seu avanço no processo de decodificação de fonemas, de junção das letras e de identificação de rimas, além da sua resistência diante das dificuldades.
 
Com Leti, apesar da constante expectativa em relação à alfabetização, me interessava saber como as disciplinas que se relacionam ao conhecimento de mundo (ciências, história e geografia) vinham sendo trabalhadas, já que as atividades de casa quase sempre estavam adstritas às disciplinas de português e matemática.
 
Na semana passada tive a oportunidade de acalmar meu coração, esclarecer minhas dúvidas e me preparar emocionalmente para ajudar meus filhos nas suas necessidades.
 
Conversando com a professora de Mateus e com a diretora pedagógica da escola, compartilhamos nossas impressões sobre seu estágio atual e dialogamos em busca estratégias para ajudá-lo.
 
Depois de chegarmos a um consenso sobre as dificuldades de Teu a serem trabalhadas, a primeira pergunta que a diretora me fez foi se eu me sentia apta a acompanhá-lo neste processo; queria saber sobre minha disponibilidade de tempo e minha serenidade para fazer as mediações necessárias.
 
Disse-lhe que, apesar de me sentir uma pilha de ansiedade por dentro, curiosamente, nos momentos em que me sentava ao seu lado para ajudar com as atividades de casa, conseguia manter a tranquilidade para ajudá-lo sem impor qualquer tipo de stress.
 
Depois de definirmos que não teríamos uma terceira pessoa em casa ajudando meu filhote, foi hora de definir nossas estratégias.
 
A diretora meu deu um módulo da escola do ano anterior ao seu (grupo 5), e que eles trabalharam apenas em classe em todo o ano de 2017, e combinamos que, em paralelo com as atividades de casa, eu faria atividades do módulo com ele, para reforçar competências trabalhadas no ano passado.
 
As duas me orientaram à forma de trabalhar com ele as atividades de língua portuguesa, associando letras aos nomes dos colegas de classe, exigindo um pouco mais dos fonemas com os quais está mais familiarizado, e ajudando-o a avançar, tirando-o da zona de conforto, sem exigir mais do que é possível para não desmotivá-lo. 
 
Falei que venho tentando trabalhar a questão fonética com ele, exagerando o som das letras: o ssssssssssssssss (S) da cobra; o vrrrrrrr  do R vibrante; o fffffffff (sopro) do F, para que ela possa construir seu repertório.
 
Fechamos a reunião com o compromisso da diretora chamá-lo para uma "avaliação" individual em sua sala, na qual ela poderia se certificar do seu estágio atual no processo de letramento, a qual seria repetida um mês depois, para verificação dos avanços, depois das intervenções feitas em casa por mim e em sala por sua professora.
 
Saí da reunião extremamente mais leve. Compartilhar minhas preocupações e ter o suporte tranquilo da escola tirou um peso gigante das minhas costas.
 
E, curiosamente, no dia seguinte à conversa, e em toda a semana que se seguiu, Teu, como se sob efeito de mágica, começou a juntar letras e formar sílabas para escrever e ler palavras, e a se mostrar mais tranquilo em relação a suas dificuldades, iniciando um novo capítulo na sua história escolar, o que me fez pensar se toda a carga eu carregava por dentro, tentando esconder dele, não o estava prejudicando...
 
O fato é que ele teve um avanço significativo nos últimos dias o que tem me deixado muito otimista, feliz e revigorada para seguir ajudando-o.
 
Em relação a Leti, minha maior preocupação era a forma de abordagem dos outros conteúdos, já que vinha notando um enfoque maior às disciplinas português e matemática.
 
Quanto a estas duas disciplinas, noto que Leti tem uma resistência absurda às atividades de matemática e uma dificuldade - desacompanhada de resistência - às de português.
 
Muito cheia de dedos, por medo de interferir nos conteúdos trabalhados pela escola, eu tentava sugerir que se trabalhasse menos matemática com minha pequena e se priorizasse português, ante sua inegável importância, e as disciplinas de conhecimento de mundo.
 
A coordenadora e a professora, que estavam na reunião, foram muito receptivas!
 
Fiquei impressionada com a empolgação da professora, que antes do início do ano eu não conhecia, e feliz por perceber sua motivação ao falar de Leti.
 
Ela relatava, com um brilho nos olhos, o movimento de Leti em sala, suas estratégias para abordagem dos conteúdos de ciências e história com ela e para inclui-la na dinâmica da turma, e questionava minha disponibilidade para fazer o acompanhamento em casa, explicando que aguardava nosso encontro para se organizar em relação às atividades de casa.
 
Depois de muita conversa, acertamos que o foco a matemática seria reduzido, e fizemos uns combinados, com a intenção de aproximar o máximo possível as atividades feitas por Leti com o conteúdo trabalhado pela turma.
 
Os textos trabalhados dentro do conteúdo de gêneros textuais seriam enviados para leitura em casa, e as questões de interpretação seriam adaptadas de acordo com a capacidade cognitiva de Leti; ela ficou de procurar alternativas mais lúdicas de trabalho com o conteúdo, comprometendo-se a me enviar links de vídeos correlatos aos temas trabalhados que conseguisse encontrar; ela ficou de apresentar o projeto trabalhado com a turma neste semestre, para que pudéssemos, juntas, pensar em outras alternativas de abordagem; me comprometi a ler com Leti os livros paradidáticos em casa, para que no momento da leitura compartilhada pela turma ela já esteja apropriada da estória...
 
Como resultado da conversa já tivemos duas experiências gostosas em casa: a leitura do texto Pedro Malasartes, que divertiu muito a minha pequena, aproximando-a dos contos de artimanha; e a sessão cineminha com os vídeos da chegada dos portugueses ao Brasil.
 
Sem sentir, ela estudou o conteúdo da sua turma, proporcionando, de quebra, um momento de deleite para nós duas.
 
Analisando esse início de ano letivo, sinto-me plenamente feliz ao perceber que, com mais tranquilidade, estou pronta para ajudar meus pequenos em casa, desempenhando o papel que cabe à família, e ainda mais segura por perceber que a escola está atenta e empenhada a exercer o seu papel, proporcionando a meus filhos muito mais que conhecimento, mas um ambiente instigante e motivador para o aprendizado, cognitivo e emocional.
 
E que 2018 nos traga excelentes resultados!
 
ajudando a montar o sistema solar


apresentando sua caravela
 
 
 

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Viajando na Viagem: Foz do Iguaçu

Este ano, como no anterior, resolvemos fugir do badalado carnaval baiano. Não tínhamos um grande destino definido e acabamos escolhendo-o a partir do hotel: o Bourbon, que os meninos amaram na nossa viagem a Atibaia no ano passado.
 
Inicialmente, a ideia era visitar apenas as Cataratas e curtir o hotel com as crianças, mas quando comecei a fuçar coisas na internet me deparei com tantas opções, que acabei mudando de ideia.
 
Aproveitando a ideia de uma viajante do grupo Viagens em Família do Facebook, resolvi montar um livrinho para antecipar a Leti e a Teu o que veriam lá e tentar fazer com que aproveitem melhor a viagem.
 
Me deliciei montando cada paginazinha... e fiquei pensando: por que nunca fiz isso antes??? Vai virar peça essencial de todas as viagens futuras... rs
 
Olhem como ficou:
 
 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 






 
 

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Meu Oscar vai para: Viva, a Vida é uma Festa!

Fui assistir ao Viva, a Vida é uma festa! e saí tão tocada quanto maravilhada com a delicadeza da forma com que a morte é tratada, a partir do ponto de vista da cultura mexicana.
 
Além da temática sobre a morte, muitas vezes mitificada entre as crianças, o filme fala também sobre respeito e sobre a importância da família.
 
Vi com Mateus que, apesar de o ter adorado, não conseguiu compreender a sutileza da mensagem, e saí do cinema com vontade de assistir de novo com a família inteira.
 
Como não estou de férias, mas o papai está, ele foi levar Leti no dia seguinte e tive que me contentar com um resumido relato de que ela tinha gostado muito do filme.
 
Mas ontem dois casais de amigos programaram levar seus pequenos e qual foi a minha alegria ao perceber que tanto Teu como Leti toparam, imediatamente, assistir ao filme de novo. Lipe, que tinha outros compromissos, não quis ir. Fomos só nós quatro.
 
Mesmo adorando a ideia de ver novamente a animação, minha maior expectativa, confesso, era compartilhar com Leti da sua experiência.
 
Ela estava plena, tranquila e atenta, sentada entre o papai e a mamãe, e, em momento algum fez menção de ir embora, demonstrado estar de fato interessada na história.
 
Mas o que motivou este post foi sua reação no finzinho do filme (senta que lá vem o spoiler), quando Miguel volta da cidade dos mortos e tenta de todo jeito fazer a mama Inés lembrar-se do seu papá, para que ele não desapareça.
 
Chorei nesta cena na primeira vez que vi o filme. E, obviamente, chorei na segunda também. E chorarei tantas outras quanto o assistir de novo.
 
Nesta hora, enquanto eu aproveitava o escuro para disfarçar minhas lágrimas, Leti encostou sua cabeça em meu ombro e disse "eu estou chorando". Encostei a mão próximo a seus olhos e percebi que era verdade!
 
Não era aquele choro de desorganização com algo que não consegue elaborar direito. Era uma lágrima contida, como a minha, de emoção de empatia...
 
Saí tão feliz do cinema por ter tido a oportunidade de viver aquele momento em família. Tão grata por mais este progresso da minha pequena, que, a cada dia, amplia mais suas subjetivações...
 
E se o filme já era, para mim, o favorito ao Oscar, agora, então, nem se fala!
 

 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Passada a turbulência...

O ano de 2017 acabou e eu acabei não voltando para elaborar mais as ideias que comecei a compartilhar neste post.

O fato é que a fase crônica de Leti passou e, por isso, eu esqueci de falar sobre as importantes constatações a que chegamos, depois de conversas com profissionais que a acompanham.

Tudo começou com uma consulta com sua homeopata.

Era início de novembro, e ela estava em uma de suas piores fases: dormindo mal, rendendo pouco, se machucando... por isso, cheguei aflita ao consultório, para buscar ajuda.

Depois de examiná-la, concordar que seus comportamentos estavam, realmente, preocupantes, e prescrever sequência homeopática, tintura mãe de passiflora e reiki, a médica levantou um ponto que até então não passara pela minha cabeça: Leti estava mais aberta ao mundo, mais conectada, poderia estar se dando conta da sua diferença frente a seus colegas e, inconscientemente, estava reprogramando seu sono (leia-se: ficando acordada de madrugada e dormindo profundamente pela manhã, hora de sua aula), para boicotar sua ida à escola e não encarar a situação.

Quanto ao fato de estar mais aberta, fui obrigada a concordar. Ela estava, de fato, mais comunicativa e as pessoas vinham percebendo isso. Mas a percepção da sua diferença, o boicote... Aquilo me pareceu tão improvável naquele momento! Confesso que achei uma viagem da nossa médica alternativa!

Daí marquei um horário para conversar com sua psicóloga, coisa que faço de tempos em tempos, para ter um feedback do trabalho por ela realizado.

No dia da minha sessão, Leti teve a sessão dela pela manhã e, no caminho, quando a levava, de uma hora para outra, ela começou a cantarolar uma música que, de início, não identifiquei. Depois de apurar os ouvidos, percebi que se tratava da música Ser Diferente é Normal, tocada pelo Grupo Canela Fina em alguns shows que assistimos. Fiquei impressionada porque não escutávamos aquela música há séculos e, dado o teor da letra, fique me perguntando se a médica teria uma pontinha de razão em suas ponderações.

Já introduzi a conversa com a psicóloga dizendo que estava pronta para comentar o "devaneio" da médica de Leti, quando me vi reavaliando o teor do meu comentário depois do incidente no carro naquela manhã.

Para minha surpresa, ela não achou a ponderação da médica tão improvável como eu havia achado.

Me explicava a maneira como vinha trabalhando com Leti, procurando identificar, através dos vídeos que ela pede para ver com frequência, a maneira como minha pequena vem se percebendo diante do mundo.

Trouxe o interesse recorrente pelas músicas do Pum (O ar), do pinguim e da foca, todas do álbum de Chico e Vinícius para Crianças, tentando mostrar que o que as três trazem em comum é algo relacionado ao corpo. O pum, como algo sem forma, como diz a letra da música, e o pinguim e a foca com seus corpos desengonçados.

Levantou a possibilidade de ela estar se dando conta das especificidades do seu corpo, das suas limitações, das semelhanças e diferenças em relação ao outro...

Me disse, inclusive, que certa vez, quando a temática entre elas era segredos, Leti, por ela instigada a revelar um segredo, disse-lhe, baixinho, ao ouvido, que queria ser bailarina. Acrescentando, ainda, que faria um 'pliê'.

Comecei a me lembrar dos dilemas que Leti repetidamente demonstra com questões que envolvem o corpo, como o desejo de brincar no balanço, de escorregar, de fazer balé (sim, ela já havia me dito que queria dançar balé antes)...

Várias foram as vezes em que repetiu, animadamente, que queria fazer uma destas coisas e, antes até que eu propusesse ajudá-la, ela recuava, dizendo que não queria mais.

Sempre ficava com aquela impressão que ela queria mas, por achar que não conseguiria, desistia de tentar.

Me atormenta um pouco pensar que teremos que lidar com questões tão profundas relacionadas à individualidade da minha pequena, sem conseguir dimensionar qual sua real percepção sobre estes aspectos.

Mas as colocações da psicóloga me pareceram muito pertinentes e fizeram-me concordar com a intensificação da terapia neste ano, para que Leti possa ter mais tempo e ajuda para elaborar suas questões e para que eu possa ter mais pistas de como ajudá-la.

Outro ponto que levantei na sessão foi minha frustração pela não-alfabetização no ano de 2017.

Já estava cheia de ideias e queria apenas um aval para colocá-las em prática: Leti trocaria a Ciranda Terapêutica pela Pedagógica, aumentaria as sessões individuais com a pedagoga e, assim, priorizaríamos o pedagógico para tentar alcançar a tão sonhada alfabetização este ano.

Neste ponto, ela fez pouquíssimas considerações e me pediu, apenas, que discutíssemos isso com toda a equipe. (já senti que ela estava achando minha proposta completamente absurda!)

Resolvemos, então, postergar a decisão para depois de uma reunião da equipe, que aconteceu no início de dezembro.

E, como eu imaginava, minha ideia não teve o acolhimento que eu esperava.

O que o grupo ponderou foi que Leti tem um ritmo próprio e um tempo relativamente curto de foco para atividades pedagógicas. Matriculá-la novamente na Ciranda Pedagógica, para que ela fique por 3 horas seguidas, duas vezes na semana, só vendo questões pedagógicas, não parecia producente. Levantaram ainda a questão de ela ter pedido para sair da pedagógica, o que não pode ser desconsiderado, e a necessidade de EU trabalhar a MINHA frustração, sem tentar exigir da minha filha mais do que ela pode dar.

O relato da equipe da escola (pró, coordenadora e psicóloga), neste momento, foi lindo!

Elas falavam, com conhecimento de causa, de todo o processo por que Leti passou no ano de 2017: dos seus avanços, das suas dificuldades, do seu carisma, da forma como ela conquistou seu espaço na escola, das expectativas em relação a suas conquistas futuras...

Ao final da reunião, resolvi que os planos terapêuticos para Leti em 2018 são: continuar na Ciranda Terapêutica, aumentar a terapia para 2 sessões semanais e aumentar o acompanhamento psicopedagógico para 3 sessões semanais.

Estou agora só pedindo a Deus que a nova professora tenha o mesmo comprometimento e a mesma competência da pró de 2017 para que possamos alcançar grandes resultados no ano que se inicia.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

40 sugestões de passeios para as crianças em Salvador



A combinação do lindo verão de Salvador com as férias escolares pede um pouco de criatividade para proporcionar a nossas crianças opções de lazer que saiam um pouco dos tradicionais muros dos shoppings centers.
 
Aqui vão 40 opções de lazer, já experimentadas por nossa família, e que podem ser adaptadas de acordo com o interesse e o ritmo de cada criança, para proporcionar um delicioso período de férias na magnífica cidade de Salvador.
 
Vamos conferir?
 
1. Dar uma volta no zoológico e fazer um piquenique no final;
 
2. Curtir a imensa a área verde do Parque da Cidade, de preferência, levando uma bike;
 
3. Dar uma caminhada no Campo Grande, correr atrás dos pombos e jogar comida para os peixinhos;
 
4. Levar o skate para curtir o calçadão da Barra;
 
5. Caminhar despretensiosamente pelo Rio Vermelho, comer um acarajé e tirar uma foto com Jorge Amado e Zélia Gattai;
 
6. Curtir o Ruas de Lazer do Dique do Tororó num domingo de manhã, andar de pedalinho, (tentar) pescar um peixe e fechar com chave de ouro com um almoço na Porteira;
 
7. Passar um fim de tarde na Praça Ana Lúcia Magalhães, em cima de uma toalha aberta na grama,de preferência lendo um livro, enquanto as crianças correm livres;
 
8. Andar de pedalinho no Parque de Pituaçu ou, para os maiores, completar a trilha de bike;
 
9. Se surpreender com o acervo super kids friendly do Museu Geológico;
 
10. Explorar as mediações entre o Pelourinho e o Carmo, descer e subir o Plano Inclinado e finalizar com um delicioso lanche no charmosíssimo Cafelier;
 
11. Andar, sem pressa e sem roteiro, pelo Pelourinho (sempre haverá algo legal para ver no meio do caminho);
 
12. Pintar no MAM num fim de tarde de domingo;
 
13. Empinar pipa nas dunas do Abaeté;
 
14. Pedalar nas ciclovias da orla da cidade;
 
15. Conhecer o rico acervo do Museu Náutico;
 
16. Conhecer o artesanato do Mercado Modelo, subir o Elevador Lacerda e tomar um sorvete na Cubana;
 
17. Ver o pôr do sol do Humaitá;
 
18. Prender uma fitinha na Igreja do Bonfim;
 
19. Ir até a Ribeira, pegar um barco para almoçar no Boca de Galinha, retornar de barco e tomar um sorvete de sobremesa na Sorveteria da Ribeira;
 
20. Visitar o Museu da Misericórdia, aprender um pouco de história com a visita guiada e se encantar com a deslumbrante vista da Baía de Todos os Santos;
 
21. Explorar todo tipo de esporte sobre rodas na Magalhães Neto numa tarde de domingo;
 
22. Jogar bola na quadra na Praça Flora;
 
23. Visitar a linda Casa de Jorge Amado no Rio Vermelho;
 
24. Almoçar na Casa Di Vina, e explorar cada detalhe da vida de Vinícius de Moraes ali preservado, enquanto as crianças aproveitam a área verde e o parquinho;
 
25. Passar uma tarde no Palacete das Artes, visitar suas obras e não deixar de experimentar um dos deliciosos crepes servidos em se Café;
 
26. Passar uma tarde em Itapuã;
 
27. Se impressionar com o Espaço Pierre Verger, no Forte Santa Maria, de preferência numa quarta-feira, quando a entrada é grátis;
 
28. Aproveitar o mesmo ingresso e visitar o Espaço Carybé de Artes no Forte São Diogo;
 
29. Dar uma volta no Passeio Público, de preferência num dia em que haja um espetáculo legal no Teatro Vila Velha;
 
30. Aproveitar uma das maravilhosas exposições e/ou apresentações da Caixa Cultural;
 
31. Visitar o Museu de Jorge Amado no Pelourinho;
 
32. Aproveitar algum espetáculo no teatro da Aliança Francesa e não deixar de fazer um lanchinho antes no Café, com a maravilhosa vista da Baía de Todos os Santos;
 
33. Conhecer o divino espaço Carybé no Museu Afro-Brasileiro no Pelourinho;
 
34. Passar uma manhã de domingo no Museu For The Children;
 
35. Assistir a um espetáculo no SESC do Rio Vermelho e encerrar a tarde com um sorvete na A Cubana ou com um hambúrguer do Jamm Burguers, do novo Mercado do Peixe;
 
36. Caminhar sem rumo pela Barra à noite e parar para comer uma pizza na Quattro Amici;
 
37. Experimentar frutas exóticas ou culinária de diversos tipos na Ceasa do Rio Vermelho;
 
38. Descobrir a Sala de Estar de Bel Borba no Parque da Cidade;
 
39. Brincar de pega-pega na Pracinha do Loteamento Aquárius;
 
40. Aproveitar alguma exposição legal do Museu de Arte da Bahia.
 
A lista tem 40 indicações mas poderiam ser muito mais. Ainda faltam as diversas praias da cidade, os deliciosos lugares no entorno de Salvador, maravilhosos espaços privados voltados à preservação da infância, feiras de troca de brinquedos e livros em épocas específicas, bailinhos de carnaval e São João, espaços maravilhosos que só abre em datas determinadas...
 
Enfim, há um mundo de possibilidades para nossas crianças em Salvador...
 
Você tem alguma dica a mais? Manda pra mim!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Feriadão em Aracajú: nosso roteirinho

A pedido de Leti, que queria fazer uma viagem de carro, fomos passar o feriadão de 8 de dezembro em Aracajú.
 
Depois de definir o destino e fechar a hospedagem, foi hora de montar uma programaçãozinha para servir, pelo menos, de direcionamento durante nossa estada na deliciosa cidade sergipana.

Eis nosso pequeno roteiro.
 
DIA 01: CHEGADA
 
Para tentar encurtar a viagem para os pequenos, resolvemos viajar próximo à hora do almoço e fazer uma parada para comer em Praia do Forte, para que, depois do almoço, eles tirassem um cochilo e não sentissem tanto as 3 horas restantes necessárias até a chegada a Aracajú.
 
Almoçamos no Souza, uma moqueca deliciosa, pedimos prato infantil para os pequenos e seguimos viagem. Como previsto, as crianças dormiram quase até a chegada ao Radisson, hotel em Atalaia onde ficamos hospedados, e chegaram ainda preguiçosas para o que tinha planejado fazer no fim da tarde deste primeiro dia: visitar o Parque da Sementeira e o Planetário, o que nos fez adiar o programa para o dia seguinte.
 
Depois da ambientação, optamos por fazer um passeio a pé pela orla até o espaço Mundo da Criança, que Mateus estava doido para visitar.
 
Leti neste primeiro dia ainda estava um pouco sonolenta e pouco disposta a brincadeiras. Samir, então, retornou ao hotel mais cedo com ela, enquanto eu brincava um pouco com Teu no parquinho.
 
Jantamos no hotel, fizemos sessão de leitura, as crianças viram um pouco de TV e depois todos dormimos para acordarmos cedo no dia seguinte.


 

 




DIA 02: ORLA / PROJETO TAMAR / CROA DO GORÉ

A primeira coisa que fizemos no segundo dia foi visitar o Parque da Sementeira, na esperança de explorar o Planetário de Aracajú. Enorme foi a frustração ao chegar lá e ver o aviso na porta, informando que o Planetário não estaria aberto aquele dia por conta do feriado. Não encontrei site do Planetário, só um blog, e meio desatualizado, o que dificultou a coleta de informações sobre o funcionamento.
 
Aproveitamos que estávamos lá e curtimos um pouco os equipamentos instalados ao ar livre. Leti passeou pelo parque e se divertiu tocando o metalofone.
 
 

 

 
 
 
De lá seguimos para a orla, para o que ocorresse. Nosso compromisso fixo para o dia era visitar a Crôa do Goré, mas só depois do almoço, quando a maré estaria baixa.
 
Paramos o carro próximo ao Oceanário, tiramos a bicicleta do carro, e fomos para perto de uma das lagoas, onde havia uma criança brincando com um cachorro, acompanhada de suas mães.
 
Enquanto Teu brincava com a família, sob a vigilância de Samir, eu sondava o ambiente com Leti. Ela sempre opunha resistência ao que eu propunha, mas logo quis deitar no chão para olhar o céu, coisa que vez por outra fazemos próximo ao parquinho do nosso condomínio; depois vibrou com a possibilidade de lermos um livro e foi a êxtase quando anunciei que faríamos um piquenique.
 
Depois que o cachorrinho foi embora, Teu se divertiu com pombos, nos acompanhou na leitura e no piquenique, e depois aceitou meu convite para explorar os arredores pedalando a sua bicicleta.
 
  



 
 
 
 
O programa seguinte foi curtir os pedalinhos da lagoa, levando (em vão) um saquinho de ração para peixes. O passeio foi delicioso, mas não apareceu nenhum peixinho para comer nossa ração.
 
Como Leti não quis ir, ficou num banquinho sentada com Samir nos olhando, enquanto pedalávamos.
 

 
 
 
Do pedalinho fomos ao Oceanário onde funciona o Projeto Tamar. Por conta da condição de Leti, nem ela nem seu acompanhante pagaram ingresso.
 
Mateus estava eufórico e já entrou correndo, querendo bisbilhotar tudo. Leti, sempre mais cautelosa. Teu curtiu as tartarugas gigantes, as filhotinhas, os tubarões, o parquinho... Leti se esbaldou no tanque das tartarugas, onde só faltou mergulhar, de tanto brincar com a água.
 
Se divertiu com a brincadeira assustadora que Samir inventou ao passar pelo túnel de onde se conseguia ver o fundo de um aquário e espontaneamente brincou de esconder com Teteu quando o viu se esconder numa casca de ovo.
 
Estava visivelmente leve e feliz!
 
Como o Oceanário é pequeno e tínhamos compromisso para depois do almoço, ficamos pouco mais de uma hora por lá e foi suficiente!
 

 
 
De lá fomos almoçar no Carro de Bois, que ficava no meio do caminho para a Crôa do Goré.
 
O restaurante foi indicação de uma prima que super aprovamos. Comida deliciosa, atendimento excelente, e uma atenção especial a nossos pequenos, apesar de o restaurante não contar com entretenimento específico para crianças.
 
Teu tinha levado um regalinho que compramos na saída do Tamar e se distraiu com isso até a chegada do prato infantil, que, por sinal, foi rapidíssima. Leti, em todos os restaurantes, esperava pela comida vendo vídeos do youtube pelo celular. Foi a maneira que encontramos de deixar uma simples ida a um restaurante como um programa acessível a toda a família.
 
Para fechar com chave de ouro, na saída do restaurante havia uma tigela cheia de balinhas que chupava quando criança. Maior sabor de nostalgia...
 


 
Terminado o almoço, seguimos para a Crôa do Goré.
 
Samir colocou o endereço no google maps e fomos bater num restaurantezinho, onde havia um local com pequenos barcos que faziam a rápida travessia para o local. (há um lugar de onde parte um catamarã, mas não encontramos). Por 60 reais pagamos a ida e a volta de nó quatro.
 
A travessia é rapidinha, e o barco super tranquilo. Problema foi ajudar Leti a vencer o medo de entrar no barco. O acesso também não ajudava muito, já que o caminho, apesar de curtinho, é muito acidentado e cheio de pedrinhas, o que a deixou extremamente insegura.
 
Ela passou os 5 minutos da travessia tensa, agarrada em mim, mas, chegando lá, logo logo esqueceu do perrengue, aproveitando intensamento o local.
 
Este foi, sem dúvida, o passeio de que todos mais gostaram.
 
Trata-se de uma ilhazinha formada nos momentos de maré baixa, num ponto de encontro de águas do mar com o rio Vaza Barris.
 
O local estava bem ocupado, mas não lotado. Chegamos por volta de 15h.
 
Há um bar flutuante, mas não consumimos nada porque tínhamos acabado de almoçar, e estava rolando um som ao vivo muito agradável: rock pop dos anos 80/90. Eu adorei!
 
Leti e Teu primeiro se esbaldaram na areia, onde cavamos até formarmos duas piscininhas, e depois entraram no mar onde ficamos até a hora de ir embora. Água calma, morninha, com redes disponíveis a quem se interessar... Tudo de bom!
 
Curtimos com as crianças, conseguimos também simplesmente olhá-las de perto enquanto se divertiam juntas... Foi um programa delicioso! Daqueles que parecem ter sido reservados por Deus para proporcionar felicidade plena, num contexto de grandiosa simplicidade (seria isso possível?).
 
Não tenho palavras para descrever os momentos maravilhosos que compartilhamos ali.
 



 
 
Voltamos exaustos e aproveitamos para descansar um pouco no hotel. Teu e Samir ainda tiveram energia para tirar o sal na piscina, enquanto eu rebolava para tentar desembaraçar o cabelo de Leti no chuveiro...
 
À noite fomos jantar no Muratto, restaurante também indicado por minha prima e localizado a poucos metros do nosso hotel.
 
O restaurante abria às 19h e chegamos lá por volta de 18h45 porque pretendíamos voltar logo para dormirmos cedo.
 
Os garçons que já estavam lá foram super atenciosos e abriram o  restaurante, nos atendendo com muita gentileza e presteza. Samir gostou tanto do risoto de polvo que no último dia da viagem voltou para comer de novo.
 
Restaurante bonito, atendimento excelente, comida maravilhosa. Super aprovado!
 
 
 
DIA 03: MUSEU DA GENTE SERGIPANA / EMERGÊNCIA PEDIÁTRICA / SHOPPINGS

Teteu passou mal a madrugada de sexta para sábado: tossiu muito e fez alguns episódios de vômito, expelindo catarro verde. Como ele não sabe expectorar, vira e mexe, faz vômitos quando está gripado.
 
Nossa programação inicial era visitar o Boa Luz no sábado, mas diante da condição dele, não tivemos coragem.
 
Depois de oportunizá-los um preguiçoso início de manhã, optamos por visitar o Museu da Gente Sergipana, programa super interessante e grátis em Aracajú.
 
No museu, tem-se a oportunidade de aprender, de maneira lúdica e interativa, um pouco mais sobre a cultura, a geografia, a gastronomia e o artesanato de Sergipe.
 
Lá vimos um pouco da vida das feiras sergipanas, dos seus cordéis, das suas expressões linguisticas, de brincadeiras e brinquedos típicos, sua vegetação, agricultura e pecuária, suas comidas típicas, seu artesanato, além de uma rica exposição de mamulengos.
 
Mateus amou a simulação de um passeio de barco, onde se visita os diversos tipos de vegetação de todo o Estado.
 
Ele e Leti adoraram a máquina com um joguinho que explorava a agricultura e a pecuária locais.
 
Teu se aventurou nos cordéis e na sala de brinquedos e brincadeiras, Leti curtiu o grande vão de entrada, decorado no topo com uma rede gigante recheada de itens típicos da região.
 
Foi um passeio muito rico e que vale muito à pena para assenhorar um pouco as crianças - e também os adultos - da história/geografia/arte/cultura do Estado de Sergipe.
 
Super recomendo!
 
 





 
Saímos de lá e fomos almoçar no Maini, restaurante peruano do mesmo grupo do Wanchako, de Maceió.
 
Que deliciosa surpresa!
 
Restaurante lindo, que nos relembrou a recente viagem ao Perú, com comida e atendimentos de excelência!
 

 


 
 
Seguindo orientação da pediatra de Teu, resolvemos levá-lo a uma emergência para que um médico pudesse auscultá-lo e examiná-lo criteriosamente.
 
Depois do almoço, Samir foi com Leti para o hotel e eu fui com Teu à clínica São Lucas, recomendada por um colega sergipano de Samir.
 
O atendimento foi rápido, a médica era baiana e conhecia a pediatra de Teu.
 
Depois de examiná-lo dos pés à cabeça, nos confortou, concluindo tratar-se só de uma virose, já que a ausculta estava limpa e não havia nada no ouvido ou garganta.
 
 
Como Leti estava cochilando quando voltamos e Teu estava super disposto, fomos dar uma volta na orla.
 
Ele brincou no mundo da criança, nos carrinhos elétricos e em uns infláveis montados por lá.
 


 
À noite, fomos ao Shopping ver os Smurfs da decoração de natal (confesso que a desculpa era levá-los mas acho que quem mais queria vê-los era eu).
 
Me confundi quanto ao shopping e acabamos parando no errado (Jardins). Para não perder a viagem, Teu brincou num espaço infantil, lemos o livro da Galinha Maricota que Leti ama e encontramos no espaço Saraiva montado na área de circulação do shopping e seguimos ao shopping certo.
 

 
No shopping Riomar, os meninos curtiram a parte central onde estava montada a decoração de natal, que, por sinal, estava liiiiiiiinda, antes da chegada do Papai Smurf, Smurfet e Desastrado para as fotos, depois do que Leti jantou e Teu brincou noutro espaço infantil. Incansável!
 


 
 
Para nós, a noite ainda acabou em pizza.
 
Voltamos para o hotel e paramos na Santa Pizza, colada parede com parede com o Radisson. Pizza de-li-ci-o-sa com um espaçozinho kids para as crianças se divertirem. Aprovadíssima!
 
DIA 04: BOA LUZ (último dia)

Como Mateus deu uma pequena melhorada e estava fora de risco, resolvemos manter o passeio ao Boa Luz.
 
Para nosso azar, domingo foi o dia menos ensolarado da nossa estadia em Aracajú e pegamos um pouco de chuva.
 
Para piorar, o carro quebrou e tivemos que nos locomover nos dois últimos dias da viagem de táxi/uber.
 
Fomos e voltamos de uber para o Boa Luz e foi super barato e tranquilo. À semelhança do Oceanário, Leti também não pagou entrada.
 
Achei o espaço relativamente vazio para um dia de domingo.
 
Fomos direto para a parte do parque aquático, onde ficamos até cerca de 14h.
 
Leti resistiu para entrar mas depois que entrou não queria mais sair da piscina.
 
O espaço é gostoso, com variados toboáguas e agradou muito aos pequenos. Teu foi em praticamente tudo! Não sei se agradaria a Lipe porque não tinha nada muito radical. Mas nós curtimos bastante, apesar de eu ter ficado com a sensação que o local já foi melhor cuidado.
 



 

Demos o almoço das crianças na área do parque aquático, comidinha caseira com carnes de churrasco, e comemos uns pastéis. Tudo bem gostosinho.
 
Depois do almoço, passeamos um pouco pela linda área verde do hotel fazenda, para esperar dar a hora da partida do trem que faz o tour pelo mini zoológico e pelo Vale dos Insetos e dos Dinossauros.
 






 
 
A área verde do parque foi a menina dos olhos pra mim. Vontade de fazer uma foto em cada cantinho. Já o Vale dos Insetos e dos Dinossauros foi a grande decepção. Tinha lembrança das áreas da vez que fomos com Lipe, há quase 10 anos, e achei tudo meio acabadinho...
 

 
Achei também que havia menos animais no mini zoo que da última vez. Ainda assim, foi uma experiência diferente para Teu ver o hipopótamo e a zebra com seus filhotes, além dos grandes urso e elefante, de pertinho. Valeu a visita!
 

 
 
Terminado o tour, já próximo às 16h, fomos embora. Fizemos um pit stop na Casa Alemã e voltamos para o hotel, onde dormimos cedo para voltarmos para Salvador no outro dia cedinho.
 

 
 
OBSERVAÇÕES FINAIS:
 
A alegria de Leti, durante toda viagem, fez tudo parecer especial para mim. Como ela foi o motivo da viagem, tudo que a agradou mais acabou tendo um peso maior na minha avaliação.
 
Confessada minha provável parcialidade, posso dizer que o passeio que mais curtimos foi o da Crôa do Goré.
 
A frustração da viagem foi não termos visitado o Planetário. Chegamos a ir lá duas vezes e estava fechado. O blog deles é péssimo! Acho que a visita seria ótima, mas me conformei que não era para ser dessa vez.
 
Amei os restaurantes que minha prima indicou. Comemos muito bem nos três e recomendo de olho fechado: Muratto, Maini e Carro de Bois. A pizzaria Santa Pizza também foi excelente!
 
Nosso hotel foi show! A decoração natalina-sertaneja estava originalmente linda. A localização é excelente! O atendimento impecável. E o café da manhã... hummmm... delicioso! Ah, ainda vimos Osvaldo Monenegro lá (ganhei o dia). Super recomendo o Radisson.
 








 
 
O Boa Luz não foi aquele mega passeio porque o espaço parece um pouco descuidado, mas, ainda assim, iria de novo. Valeu à pena!
 
Nem a virose de Teu, nem o problema do carro (que, diga-se de passagem, continua quebrado em Aracajú até hoje) tiraram o encanto da viagem. Amamos revisitar a capital sergipana!!!!!
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